Jogada Perversa
A utilização ultimamente feita pelo movimento gay do termo homofobia é uma jogada perversa, porque coloca todos aqueles que professam a sua repulsa a relações homossexuais na posição de doentes psicológicos, isto é, homofóbicos. Ora, o sujeito que sofre do distúrbio homofobia deve ser internado sem perca de tempo em alguma instituição de tratamento, como o esquizofrênico em alto grau, como o maníaco, porque pode realmente cometer atentados contra a vida e a liberdade. Mas o sujeito que simplesmente sente repulsa por relações homossexuais não vai assassinar o gay por isso, não vai espancá-lo, não vai torturá-lo.
Os cristãos, por exemplo, abominam o homossexualismo, porque é abominação para Deus, mas em momento algum alguém vai poder ver um cristão que permanece fiel à palavra de Deus espancando um homossexual. Uma coisa é abominar o modo de vida de uma pessoa, as suas crenças, as suas ideologias, as suas práticas, outra completamente diferente é o afeto relativo a pessoa. O crente abomina o homossexualismo, mas ama o homossexual no amor de Jesus Cristo. Deus não ama o pecado, mas ama o pecador.
O heterossexual sente repulsa por relações homossexuais, e isso é natural; querer mudar tal coisa é querer violar a privacidade de sentimentos e caminhar contra a natureza. O heterossexual não é obrigado a achar bonito a relação homossexual; querer fazer com que ele pense o contrário é agredir a sua liberdade.
O que o movimento gay quer fazer é inaceitável, porque implica em uma reestruturação da mente humana e da natureza dos indivíduos formadores de uma sociedade, além de caminhar contra a própria constituição do país, que assegura a liberdade de pensamento, de expressão religiosa e filosófica.
0 comentários:
Postar um comentário